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VÍDEO: RAPS e 5 líderes rejeitam punição de 119 dias para deputado da Alesp que assediou colega

31 de março de 2021

VÍDEO: RAPS e 5 líderes rejeitam punição de 119 dias para deputado da Alesp que assediou colega

A RAPS se mobilizou com cinco de seus líderes RAPS — os deputados estaduais Marina Helou (REDE), Patrícia Bezerra (PSDB), Sergio Victor (NOVO), Ricardo Mellão (NOVO) e a codeputada Claudia Visoni (REDE) contra a punição de 119 dias do deputado estadual Fernando Cury (Cidadania), que o grupo considerou branda pelo ato de Cury, flagrado apalpando o seio da também deputada estadual Isa Penna (PSOL) durante uma sessão do plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em dezembro do ano passadoA RAPS, que tem como um de seus valores a democracia, luta pelo respeito às mulheres em todos os seus espaços de ocupação e repudia qualquer ato que atende contra a integridade física ou moral de uma mulher. 

 

 

Superando possíveis diferenças partidárias e em uma demonstração de amizade cívica, o grupo divulgou em conjunto o vídeo “A pena para assédio é cassação” nas redes sociais na quarta-feira (31/03), opondo-se à punição de 119 dias determinada pela Comissão de Ética da Casa — e que permite Cury manteseu gabinete e funcionários Assista aqui

Caso a punição fosse superior a 120 dias, ele seria afastado e perderia seu gabinete, sendo substituído por seu suplente, Padre Lobato (PV), que poderia formar seu próprio gabinete. A proposta original do colegiado, elaborada pelo deputado Emídio de Souza (PT), pedia o afastamento do parlamentar por 180 dias, sem remuneração, e seu gabinete seria desintegrado.   

A votação de perda temporária do mandato de Curyrealizada em sessão virtual, durou cerca de oito horas e terminou sem consenso. A deputada Penna, que sofreu o assédio, teve sua fala cortada nas três sessões extraordinárias da Alesp e impedida de expor seus argumentos.

Devido à pressão por uma pena maior, o presidente da Alesp, Carlão Pignatari (PSDB)convocou o Colégio de Líderes das bancadas, os membros do Conselho de Ética e o corregedor da Assembleia para que se reúnam a partir das 9h desta quinta-feira (1º/4) em busca de uma “saída política” unânime, porém comenta-se na imprensa que seria uma manobra para garantir os 119 dias.  

Representantes da oposição que defendiam a cassação do mandato do deputado tentaram obstruir o processo pela Justiça. O Tribunal de Justiça de São Paulo, porém, negou o pedido de liminar apresentado pela deputada que sofreu o assédio.  


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